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set. 27, 2014 / 4.866 notas
set. 27, 2014 / 23.062 notas

(via taaysaantos)

Mas tem horas que o coração aperta de novo, né?
Um dia.    (via complicaste)

(via tune-your-life)

set. 27, 2014 / 7.321 notas
Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. Mas se você tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais — por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia — qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido. Tinha terminado, então. Porque a gente, alguma coisa dentro da gente, sempre sabe exatamente quando termina. Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas. Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo. Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para você, para mim.
Caio Fernando Abreu (via terminar)

(via umavida-aoseulado)

set. 27, 2014 / 7.123 notas
set. 27, 2014 / 19.088 notas
Foi há muito tempo, mas descobri que não é verdade o que dizem a respeito do passado, essa história de que podemos enterrá-lo. Porque, de um jeito ou de outro, ele sempre consegue escapar.
O caçador de pipas.  (via reinvadir)

(via meu-nome-e-saudade)

set. 27, 2014 / 3.978 notas
set. 27, 2014 / 6.526 notas
set. 27, 2014 / 642 notas
Que te dizer? Que te amo, que te esperarei um dia na rodoviária, num aeroporto, que te acredito, que consegues mexer dentro-dentro de mim? É tão pouco. Não te preocupa. O que acontece é sempre natural - se a gente tiver que se encontrar, aqui ou na China, a gente se encontra. Penso em você principalmente como minha possibilidade de paz - a única que pintou até agora, “nesta minha vida de retinas fatigadas”. E te espero. E te curto todos os dias. E te gosto. Muito.
Caio Fernando Abreu.  (via carpejar)

(via meu-nome-e-saudade)

set. 27, 2014 / 33.400 notas
Esse frio na barriga talvez seja só a coragem esfriando seus medos.
Eu me chamo Antônio (via promisse)

(via umavida-aoseulado)

set. 27, 2014 / 24.133 notas